Diretoria

Auditoria de Gasto com IA

Já gastamos, mas ninguém sabe dizer o retorno.

O problema

O Índice de Transformação Digital do Brasil, da PwC com a Fundação Dom Cabral, mostra que a maturidade digital média das empresas brasileiras recuou de 3,7 para 3,6 numa escala de 1 a 6 — no mesmo período em que 60% das empresas aumentaram o investimento em tecnologia e 23% projetaram alta superior a 10%.

Investindo mais e colhendo menos. A KPMG dá o mecanismo: 45% dos executivos brasileiros de tecnologia afirmam que há múltiplos projetos de IA operando de forma desconectada.

Na prática isso aparece assim. Licença corporativa comprada e usada por catorze pessoas. Piloto que rodou bem, foi aplaudido na reunião e nunca chegou à produção. Três ferramentas que fazem a mesma coisa em três áreas diferentes. E uma fatura mensal que ninguém consegue decompor por resultado.

Com Selic em 14%, esse dinheiro parado tem um custo de oportunidade que dá para calcular.

O que fazemos

Não é auditoria de conformidade. É auditoria de retorno.

01

Inventário

Tudo que foi contratado em IA e automação: licença, API, consultoria, piloto, ferramenta embutida em SaaS. Com custo mensal real, não com o que estava na proposta.

02

Verificação de uso

O que está em produção de verdade, o que está em piloto permanente, o que ninguém abre há noventa dias.

03

Custo por resultado

Para cada frente ativa: quanto custa por mês e o que produz de mensurável.

04

Teste do CDI

Cada frente é comparada com deixar o mesmo dinheiro rendendo. A que não supera é nomeada.

05

Parecer

O que desligar, o que manter, o que escalar — com valor em reais em cada linha e recomendação assinada.

O que você recebe

  • Inventário completo com custo mensal real por item
  • Classificação de cada frente: em produção, piloto parado, ocioso
  • Custo por resultado das frentes ativas
  • Lista do que desligar, com economia anualizada
  • Lista do que escalar, com payback estimado
  • Parecer de uma página para levar ao conselho ou ao sócio

Como medimos

A medida é direta: reais de gasto anual identificado como cancelável, mais reais de payback estimado nas frentes recomendadas para escalar.

Na maior parte dos casos o que se encontra para desligar cobre o custo do próprio diagnóstico. Quando não cobre, dizemos isso no relatório — e o relatório continua valendo, porque saber que o gasto está bem alocado também é resposta.

Para quem é — e para quem não é

É para você se

  • a empresa já gasta com IA ou automação e o número cresceu sem explicação
  • existem iniciativas em áreas diferentes que ninguém consolidou
  • alguém vai ter que justificar esse gasto no orçamento do próximo ano
  • o conselho ou o sócio já perguntou qual foi o retorno

Não é para você se

  • a empresa ainda não gastou nada com IA
  • já existe governança de custo consolidada com atribuição por frente
  • a expectativa é um parecer que valide o que já foi decidido
  • não há disposição para desligar nada

O que sobra se não der certo

O inventário e o método de medição. Mesmo que nenhuma recomendação seja aceita, a empresa passa a ter uma linha de base: quanto gasta, com o quê, e como medir daqui em diante. É o que permite comparar o ano que vem com este.

Como começamos

Duas semanas. Uma sessão de abertura, acesso às faturas e contratos, entrevistas curtas com os responsáveis por cada frente, e o parecer. Escopo e valor definidos pelo número de frentes ativas.

Vamos descobrir se paga.

Uma conversa de trinta minutos. Se não fizer sentido para a sua operação, eu falo na hora.

Serve para calibrar a conversa, não para filtrar quem pode falar comigo.

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