Engenharia
Entrega Verificada
O time entregou mais rápido. Ninguém verificou se entregou certo.
O problema
Cerca de metade das empresas brasileiras já usa inteligência artificial em alguma área — eram quatro em dez um ano antes (Strand Partners para a AWS, setembro de 2026, cerca de 1.000 líderes; encomendada por fornecedor).
Quatro em dez comprovam retorno sobre o investimento em IA. As outras seis usam e não conseguem mostrar o que ganharam (TEC.Institute, Peers e MIT Technology Review Brasil, agosto de 2026; Bain e Microsoft, setembro de 2026 — dois estudos independentes, mesmo número).
Noventa e oito por cento das empresas médias e grandes têm dificuldade para contratar em tecnologia (Ford e Datafolha, abril de 2026). Não sobra ninguém para revisar o que o outro fez.
O resultado é conhecido: código entra em produção sem revisão, pipeline roda sem teste, e a pergunta “quem verificou?” não tem resposta. Nenhuma dessas três se resolve com um modelo melhor. Resolve-se com critério escrito antes, conferência por quem não fez, e registro de quem aprovou.
O que fazemos
Software e produto de dados entregues por uma squad de agentes de IA com separação de funções: quem especifica não aprova, quem codifica não testa, quem testa não verifica. Cobrado por entrega verificada — não por hora, não por desenvolvedor alocado. Cada entrega sai com um parecer, critério por critério: qual prova rodou, quem rodou, o veredito e o que ficou sem prova. Cabe numa página. É o que o cliente guarda mais do que o código.
01
Quem escreve não confere
O agente que gera o código não escreve o teste. O que testa não lê a justificativa de quem escreveu — recebe a especificação e o resultado, nada mais. É segregação de funções, a mesma que a controladoria usa há cem anos. Ninguém corrige a própria prova.
02
O teste do teste
Antes de aprovar, quebramos o código de propósito — um defeito por vez — e rodamos a bateria de novo. Se algum teste continua verde com o defeito dentro, esse teste não testa nada, e a entrega não sobe. O limiar é zero defeito sobrevivente.
03
Três estados, não dois
Passa. Falha. Não dá para provar. O terceiro existe porque a credencial não vem, o ambiente não sobe, a cota do fornecedor acaba. Isso não é aprovação nem reprovação, e quem não tem essa caixa chama de verde.
04
Parecer em uma página
Cada entrega sai com o parecer critério por critério: qual prova rodou, quem rodou, o veredito e o que ficou sem prova. O cliente guarda o parecer mais do que guarda o código.
05
Régua pública
48 entregas entre 18/09 e 03/10/2026: 42 provadas, 3 reprovadas aceitas com exceção, 3 sem parecer. A régua fica registrada — inclusive as reprovadas.
O que você recebe
- Parecer por critério junto com cada entrega, em uma página
- Suíte de testes que roda a cada execução, com teste do teste
- Registro de quem aprovou cada entrega
- Lista do que ficou sem prova — o terceiro estado, explícito
Como medimos
Taxa de defeito que sobrevive à bateria de testes. O limiar é zero: nenhum defeito sobrevivente sobe. Na régua própria, 48 entregas entre 18/09 e 03/10/2026 — 42 provadas, 3 reprovadas aceitas com exceção, 3 sem parecer. Medição própria, no repositório do autor, um operador, um ambiente. Não é taxa de mercado, e as três reprovadas continuam registradas como reprovadas.
A régua externa, para comparação: quatro em dez empresas comprovam retorno sobre o investimento em IA (TEC.Institute, Peers e MIT Technology Review Brasil, agosto de 2026; Bain e Microsoft, setembro de 2026 — dois estudos independentes, mesmo número). O que a régua própria mede é o que a externa não mostra: se a entrega passou pela prova.
Para quem é — e para quem não é
É para você se
- já tem agente escrevendo código ou pipeline e não consegue dizer quem verificou o que saiu
- contrata fornecedor que usa agente e quer o parecer junto com a entrega
- tem dificuldade para contratar quem revise o que o outro fez
- quer auditar o que recebe, critério por critério
Não é para você se
- precisa ver a máquina para acreditar no parecer — para esse, existe o livro
- quer velocidade sem registro de quem aprovou o quê
- procura o menor preço por hora de desenvolvedor
O que sobra se não der certo
O parecer e o registro. Cada entrega sai com o parecer critério por critério e com o registro de quem aprovou. É a trilha de auditoria do desenvolvimento — serve para due diligence, para auditoria interna e para o próximo fornecedor. Independente de nós.
Como começamos
A primeira entrega é um piloto, com escopo pequeno e parecer completo no fim. É como você julga o critério: pela prova, não pela promessa. Se o parecer não convencer, você não segue.
Vamos descobrir se paga.
Uma conversa de trinta minutos. Se não fizer sentido para a sua operação, eu falo na hora.